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Nội dung text M5P6 Metabolismo do Álcool e Síndromes Metabólicas.pdf

1. Elucidar o metabolismo do etanol; 2. Compreender o que são os erros inatos do metabolismo; 3. Conceituar a síndrome metabólica e identificar os fatores que estão associados a ela; 4. Descrever os fatores que interferem no estado nutricional. Por ser uma molécula solúvel tanto em água quando em óleo, o etanol é rapidamente absorvido no intestino por difusão passiva. Cerca de 85 a 95% do álcool que é absorvido no intestino é metabolizado no fígado. Uma pequena quantidade de álcool, de no máximo 5%, pode também ser metabolizada pelas células da mucosa do trato gastrointestinal alto (língua, boca, esôfago e estômago). Além disso, outra parte do álcool ingerido pode ser eliminada sem modificações pela urina, suor e respiração. Essa fração não é significativa em termos farmacocinéticos, mas fornece a base para estimar a concentração sanguínea de etanol a partir das medições no hálito ou na urina. A primeira fase da metabolização hepática pode ocorrer por meio de três rotas metabólicas: a rota da álcool-desidrogenase, a rota do sistema microssomal oxidante de etanol (MEOS) e a rota da catalase. Em todas as vias, o etanol é transformado em acetaldeído. A rota do sistema microssomal oxidante de etanol e a rota da catalase são chamadas de “vias de recurso”, sendo utilizadas sobretudo quando a ingestão de álcool é excessiva ou crônica e a atividade de ADH se encontra bloqueada. Rota da álcool-desidrogenase É a via mais utilizada por etilistas sociais. O primeiro passo do metabolismo do álcool é a oxidação do etanol em acetaldeído (o qual, mesmo em pequenas concentrações, é tóxico ao organismo), com redução do NAD+ a NADH. Essa oxidação ocorre na presença das enzimas álcool- desidrogenases (ADH), sobretudo as da classe I (do tipo 1, 2 e 3, coletivamente referidas como ADH hepática). Existem 5 classes de álcool-desidrogenases; a classe IV (ADH gástrica) é encontrada no trato gastrointestinal e é responsável pela a formação de acetaldeído sobretudo no trato GI alto, contribuindo para o risco de câncer gástrico associado a bebidas alcoólicas leves. Sistema microssomal oxidante de etanol O sistema microssomal oxidante de etanol (MEOS) ocorre do retículo endoplasmático liso dos hepatócitos e envolve enzimas do citocromo P450, sobretudo a enzima oxidase do citocromo P450 com função mista (CYP2E1). Essa enzima utiliza NADPH como doador de elétrons e o O2 como receptor. Esta via tem maior importância em indivíduos que consomem álcool cronicamente, e necessita de gasto de energia na forma de ATP. Além de utilizar O2 e NADPH para transformar o etanol em acetaldeído, não gera componentes formadores de energia, como o NADH. Além disso, a via do MEOS está relacionada à hipóxia, pois gasta O2, e à produção de radicais livres, que estão muito relacionados à hepatotoxicidade provocada pelo alcoolismo excessivo. A produção de radicais livres ocorre porque o NADPH utilizado na via microssomal deixa de ser utilizado na manutenção da função da enzima glutationa-redutase, que captura radicais livres e é essencial para a proteção celular contra esses agentes oxidantes. Módulo 5 - Problema 6 Allana Karine Gatinho Garcia


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